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Jovens serão capacitados em lan house

Governo e Sebrae vão oferecer ensino de tecnologia da informação e de cidadania para 27 mil pessoas em noventa cidades
 
Esqueça a imagem de dezenas de adolescentes reunidos em uma sala repleta de computadores, dedicando horas e mais horas a bate-papos de internet, jogos de tiro e redes sociais.
 

Ruan Vítor da Silva acha que projeto vai aumentar movimentação da lan house apenas por um tempo. Foto: Fellipe Castro/Esp. Aqui PE/D.A Press

O governo de Pernambuco e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) anunciaram, ontem, um projeto de formalização de lan houses e oferta de ensino a distância de cidadania e tecnologia da informação. A previsão é de que a iniciativa atinja 90 municípios e beneficie 27 mil pessoas, principalmente os jovens das comunidades atendidas pelo programa Pacto pela Vida.
 
A primeira etapa do projeto consiste no estímulo à formalização das lan houses do estado. De acordo com o presidente do Sebrae Pernambuco, Nilo Simões, a ação integra o planejamento da entidade de legalizar 70 mil microempresas pernambucanas (com até quatro funcionários) em 2010. "Queremos que esses espaços sejam úteis para quem não tem acesso ou não sabe usar o computador e a internet."
 
Para a secretária de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco, Luciana Santos, a primeira fase deverá ser a mais demorada do projeto, já que envolve o trabalho de convencimento dos empresários e a própria legalização dos negócios (possível através do endereço www.portaldoempreendedor.gov.br). "Depois disso, passaremos para a montagem do edital do programa. Acredito que iniciaremos a etapa seguinte - oferecimento de cursos de cidadania à distância - no segundo semestre de 2010", disse.
 
Qualquer pessoa poderá participar dos cursos, independentemente da escolaridade. Além dos conceitos de cidadania, os estudantes terão aulas sobre ferramentas gratuitas de internet (cadastro de currículos e portais de busca, por exemplo), criação de contas de e-mail e serviços de utilidade pública, como a declaração de imposto de renda e a emissão de segunda via de boleto.
 
A terceira fase será destinada a jovens matriculados no 2º ou 3º ano do ensino médio ou que já tenham concluído o período escolar. Neste caso, poderão participar pessoas com idade entre 19 e 24 anos. Os estudantes vão assistir a aulas profissionalizantes de desenvolvimento de sistemas Web 2.0, como é chamada a segunda geração de comunidades e serviços virtuais. Os cursos devem ter duração de 10 meses.
 
Para quem quiser seguir carreira, a dica é se dedicar às atividades da terceira fase. Isso porque 500 jovens serão selecionados para programas de residência na área de tecnologia da informação (TI), com a possibilidade de admissão na instituição capacitadora. O governo estima que 60% dos participantes sejam absorvidos pelo mercado de trabalho como funcionários e empreendedores.
 
Entre os donos de lan house, o projeto causa incertezas. Ruan Vítor da Silva, que mantém um pequeno estabelecimento informal, no Centro do Recife, está convicto dos benefícios da inclusão digital, mas desconfia das vantagens para quem oferece serviços de jogos e internet. "Durante um tempo, acredito que a medida vai estimular a movimentação, mas, quando as pessoas aprenderem a trabalharcom informática, vão comprar computadores para suas casas e esvaziar as lan houses."
 
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/03/26/economia1_0.asp

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